Turismo
DIVISÃO MUNICIPAL DE TURISMO

Rua. Luis Canalle, 280 – Centro – CEP 18160-000.
Fone: (15) 3292-2788 / 3292-2111 – Atendimento das 7:30 às 11:30 e das 13:00 às 17:00
e-mail: cultura@saltodepirapora.sp.gov.br


Responsável pela Divisão de Cultura e Turismo: Cesar Augusto Santana


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Com atrativos histórico-culturais, turismo de aventura, cicloturismo e turismo rural, a cidade de Salto de Pirapora oferece opções para todos os públicos. Em uma visita à cidade, logo é possível apreciar um típico café da manhã colonial ou saborear um almoço caipira preparado no fogão à lenha. Pode-se conhecer a cultura marcante do Quilombo do Cafundó, que representa a existência e resistência da comunidade, proporcionando ao visitante a experiência de conhecer a cultura afro-brasileira através de um roteiro guiado. E, através das trilhas rurais ou do fácil acesso a ciclovia que interliga Sorocaba ao município, o cicloturismo é perfeito para quem busca por aventuras e novas experiências.

ATRATIVOS


Arquitetura Religiosa

CAPELA SÃO ROQUE

A Capela da Comunidade de São Roque data de 1963 e está localizada no Bairro Piraporinha, que dá acesso às pedreiras do município. O trajeto é muito utilizado pelos ciclistas que buscam o município aos finais de semana para a prática desta atividade. De acordo com a placa que está fixada em sua fachada, são realizadas missas aos domingos, às 10h00, e na primeira 6ª feira do mês, às 19h30. A capela está sob responsabilidade da Paróquia São João Batista de Salto de Pirapora. O acesso à capela se dá por uma porteira que normalmente fica aberta ao público, que pode acessar a sua área externa para fazer fotos no local


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A capela construída em taipa de pilão em 1763 por Sarutaiá em honra a Nossa Senhora das Dores, tinha a festa de São João Batista como o festejo mais esperado pelos moradores da vila. Passados os anos, em 1802, Sarutaiá morre e deixa como pedido no testamento que todos acendessem uma fogueira em honra a São João Batista todo dia 24 de junho. Esse pedido foi respeitado de tal forma que virou uma tradição que se estende até os dias de hoje. No local da capela, em 1910, foi construída uma nova igreja ao redor dela, e somente depois foi demolida a igreja em taipa de pilão. O projeto da nova igreja, tal como é conhecida hoje, pertence ao padre e arquiteto Luis Sicluna e foi executado pela comissão formada pelo Manoel Ferreira Leão, Silvino Dias Batista, Belarmino Cerqueira Cesar, David Teixeira, Balduíno Antunes e Pedro dos Santos. A Igreja só foi elevada à Paróquia em 1951 pelo bispo Dom José Carlos Aguirre e desde então já passaram cerca de doze párocos que além da missão religiosa, são responsáveis por preservar a tradicional Festa de São João Batista que dura o mês de junho inteiro, bem como a Festa do Milho e a Festa das Nações que perduram desde 2013.

Artefatos e Trabalhos Manuais

MACRAMÊ
Tecendo em Macramê

Existem divergências sobre a criação dessa técnica, uma vez que há registros que o Macramê era utilizado no Egito, Mesopotâmia e até na China por volta de 3.000 a.C. Entretanto oficialmente, o Macramê é uma técnica artesanal turca que trabalha com fios e nós sem auxílio de ferramentas ou máquinas.

Tida como uma técnica minuciosa, o Macramê consiste em entrelaçar os fios um a um com as mãos, criando produtos variados como barrados, cintos, bolsas, calçados e bijuterias.

No Brasil o macramê chegou junto com os colonizadores. Sabe-se que as “sinhás” detinham o conhecimento das técnicas para tecer seus enxovais e ensinaram suas escravas. Por isso, o macramê é considerado um artesanato histórico e que atravessa classes sociais.

Em Salto de Pirapora não se sabe ao certo quem trouxe essa técnica, mas a preservação desta técnica se deu através dos descendentes quilombolas.


Turivimba Artesanatos Cafundó
Turivimba Artesanatos Cafundó

Este é um trabalho originário da Comunidade Quilombola do Cafundó, que preserva os segredos da mata e a cultura do seu povo presente no artesanato que busca o resgate e técnicas de seu trabalho com a palha de milho, fibra de bananeira e estamparia de tecidos de carimbo com motivos afros.

O Turivimba surgiu como uma forma de aproveitar a matéria prima local e hoje é uma fonte de renda da comunidade. Essa técnica artesanal possui uma grande importância na conscientização e preservação do meio ambiente de forma sustentável, bem como da preservação da cultura quilombola.


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União de Artesãs de Salto de Pirapora (UASP)

A União de Artesãs de Salto de Pirapora (UASP) foi criada em outubro de 2019 e tem como objetivo trazer de volta às atividades de artesanato em feiras e exposições. Hoje a UASP conta com 45 artesãs cadastradas que ministram aulas nas oficinas de artesanato que acontecem no Espaço de Educação e Cultura Professor José Marcello. Entre os trabalhos desenvolvidos estão: crochê, biscuit, pintura em madeira, pintura em tecido, pintura em tela, produção de mel artesanal, licores, pães, doces e bombons.

A sede da UASP fica no Espaço de Educação e Cultura Professor José Marcelo, na Rua Luiz Canalle, 280 – Jardim Áurea.

Atrativos Culturais

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O “calçadão” foi criado em 1987 no mandato do prefeito João Marun. Antes, o espaço era utilizado para a fabricação de cal no forno São Pedro. Nota-se que houve uma adaptação no local, onde atualmente encontra-se o Mirante, pois foi projetado para o despejo de cal nos fornos devido a sua altura. O totem para fotos “Eu amo Salto de Pirapora” foi inaugurado em 24 de junho em homenagem aos 115 anos da cidade.

No complexo do calçadão estão instalados o centro para idosos, o mirante, o Clube de malha, a pista de skate, as ruínas dos antigos fornos de cal, a sede do Grupo Escoteiro e a Praça Rodrigo Fernandes.

mirante do calçadão
O mirante do calçadão faz parte do complexo que compreende os atrativos próximos ao calçadão. Foi construído em 1987 por João Marun, com a proposta de proporcionar ao visitante uma visita panorâmica da cidade, sentido leste, além da Praça Rodrigo Fernandes.

O local precisa passar por adaptações para garantir a acessibilidade de todos e melhorar a sua infraestrutura, para garantir a segurança do visitante e também que permita aos visitantes enxergarem a paisagem, já que conta com bastante vegetação no local.


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Comunidade Quilombola do Cafundó

A Comunidade Quilombola do Cafundó existe oficialmente desde pelo menos 1888, quando o casal Joaquim Congo e Ricarda possivelmente herdaram as terras do seu senhor após ganharem a alforria do mesmo. Desde então, até hoje as terras são habitadas por seus descendentes. Está localizada na área rural de Salto de Pirapora, a 12 km do centro.

A palavra quilombo é originária do idioma africano quimbundo e significa “sociedade formada por guerreiros que pertenciam a grupos étnicos desenraizados de suas comunidades”.

Glória Moura, em “Quilombos Contemporâneos no Brasil”, define quilombo como “comunidade negra rural habitada por descendentes de africanos escravizados, com laços de parentesco, que vivem da agricultura de subsistência, em terra doada,  comprada ou secularmente ocupada por seus antepassados, os quais mantêm suas tradições culturais e as vivenciam no presente, como suas histórias e seu código de ética, que são transmitidos oralmente de geração em geração”.

Historicamente a comunidade sempre lutou pelas suas terras e chegou a perder figuras importantes que morreram defendendo os limites territoriais. Por volta de 1985, o CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) tombou parte do território como Patrimônio. Já em 2012, após muitas lutas, a comunidade quilombola conseguiu regularizar boa parte de seu território junto ao INCRA, a qual perdura ainda hoje, compreendendo uma área de 209,64 ha (ITESP).

A Comunidade Quilombola do Cafundó teve destaque no final dos anos 70 devido ao fato de que praticamente todas as pessoas falarem algumas expressões derivadas do Banto, conhecidas por cupópia, que significa conversa.

Atualmente recebe visitantes através de agendamento prévio e tem desenvolvido atividades turísticas que auxiliam na preservação histórico-cultural da comunidade.

O local possui uma excelente infraestrutura receptiva e conta com centro de visitantes, loja de artesanato, pousada, restaurante, área de plantio de hortifrúti orgânico, Capela de Santa Cruz e o Centro da Memória.

O centro de visitantes acolhe os turistas que agendam a visita ao quilombo e possui dois alojamentos com capacidade para 32 pessoas se hospedarem, equipados com banheiros, além de uma cozinha e um salão onde os visitantes podem fazer suas refeições. A visitação oferece um roteiro que insere o visitante na história e na cultura quilombola ali existente, com oficina de artesanato, oficina sobre cultura orgânica, plantio e colheita, apresentação da história do quilombo através de fotos presentes na capela. O local conta ainda com uma loja onde são comercializados os artesanatos produzidos pela comunidade.

A comunidade é autossustentável, sendo que a maior parte de sua receita vem da venda de hortifrutis. O turismo surge como uma alternativa para incrementar a receita dos moradores da comunidade e também como forma de preservar a sua história.

O local já recebe há anos visitas de escolas de São Paulo e da região de Sorocaba, através de agendamento prévio. Estão se estruturando para atender também os turistas que praticam o cicloturismo em Salto de Pirapora e que já os tem procurado.

Atrativos Naturais

CACHOEIRA BERNARDO ALEMÃO _ FONTE @CachoeiraBernardoAlemão
Cachoeira Bernardo Alemão

Endereço: R. Francisco Antônio Corrêa, Piedade – SP

Telefone: (15) 99813-0816

Facebook: @cachoeirabernardo / Instagram: @cachoeirabernardoalemao

A Cachoeira Bernardo Alemão está localizada na R. Francisco Antônio Corrêa, na divisa dos municípios de Piedade e Salto de Pirapora. Apesar de seu endereço postal constar como Piedade, a maior parte de seus clientes chega à propriedade a partir das estradas de Salto de Pirapora. Está situado a 15 km do centro de Salto de Pirapora, sendo 11 km de estrada de terra.

Está aberto à visitação há mais de 20 anos e funciona todos os dias das 08h às 18h. O visitante paga o valor de R$ 10,00 o ingresso que dá acesso à propriedade e pode também utilizar outros serviços como os quiosques para churrascos (R$ 90 50,00) ou alugar uma churrasqueira avulsa (R$ 25,00). Há também um camping onde os visitantes pagam R$ 40,00 por pessoa.

O local ainda conta com um bar que serve porções e bebidas, sanitários, uma tirolesa, um chafariz e balanços para as crianças.

A maioria dos visitantes é da região de Sorocaba e Campinas, que frequentam a cachoeira principalmente aos finais de semana e feriados.


O cicloturismo é uma das modalidades turísticas que mais está sendo desenvolvida em Salto de Pirapora. O fácil acesso através da ciclovia que interliga Sorocaba ao município permitiu o desenvolvimento desta atividade que recebe ciclistas de toda a região.

Além da ciclovia que beira a rodovia, muitos ciclistas procuram pelas trilhas situadas nas áreas rurais para realizar a atividade. Atualmente existem quatro rotas criadas pelos grupos de ciclistas locais, mas existem outras rotas utilizadas pelos ciclistas que fazem os percursos de forma autônoma.

Estas quatro trilhas passam pela zona rural, onde duas propriedades dão apoio aos grupos de ciclistas servindo café da manhã quando há agendamento prévio. Todas as rotas estão disponíveis no aplicativo STRAVA, no perfil de Giovanni Benedetti (líder do grupo ciclístico Canneludos) e de Juninho Alves. O ponto de partida e chegada destas quatro trilhas é o centro de Salto de Pirapora, e variam de 20 km a 35 km.

ROTA 1

Rumo ao Bairro da Fazendinha e retorno pelo Bairro Arco Íris.

Distância do percurso: 20 km

ROTA 2

Rumo ao Bairro Arco íris, Juncal, Bairro dos Leites, Bueno e retorno pelo Bairro da

Fazendinha e Estrada dos Farrapos.

Distância do percurso: 20 km

ROTA 3

Rumo a Estrada Velha, Jucurupava, Bairro Piraporinha de Cima, Bairro Piraporinha

de Baixo (Pedreiras), retorno pela Vila Branca.

Distância do percurso: 35 km

ROTA 4

Estrada do Lagoão, Bairro dos Pires, Cachoeira do Alemão e retorno pela Roseira,

Bairro da Uva e Fazendinha.

Distância do percurso: 35 km


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Parque do Cajado

Endereço: Estrada Dr. Celso Charuri, 96 – Salto de Pirapora – SP

Telefone: (15) 99101-8282

Facebook: @parquedocajado / Instagram: @parquedocajado

O Parque do Cajado está situado em uma propriedade particular na Estrada Dr. Celso Charuri, 96 a 25 minutos dos centros da cidade com que faz divisa: Salto de Pirapora, Araçoiaba da Serra e Sorocaba.

Segundo o fundador do Parque do Cajado, Valter Nicolau, o parque surgiu a partir das experiências dele e de seus proprietários que sempre gostaram de se aventurar em meio à natureza e tiveram contato desde pequenos com acampamentos escolares.

Idealizado para atender três pilares: a educação ambiental, a aventura segura e o turismo, o parque possui 116 mil metros quadrados e oferece uma série de atividades de aventura, todas elas partindo do prédio central, o qual foi construído de maneira sustentável seguindo os princípios da empresa. Entre as suas principais atrações, o parque oferece o arvorismo radical, tirolesa do lago, tirolesa kids, tirolesa voadora, dream swing e camping e tem o intuito de crescer ainda mais.


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O Parque Natural Municipal Olésio dos Santos criado em 27 de abril de 2005 pela Lei no 008/2005, possui uma área de 67.780,88 metros quadrados junto à margem esquerda do Rio Pirapora.

Localizado na zona urbana do município, o parque pertence ao grupo de Unidades de Proteção Integral, e entre seus objetivos, além da preservação ambiental e histórica da área onde surgiu a cidade, possui como finalidade a educação ambiental e o desenvolvimento de atividades turísticas ecológicas.

O seu principal atrativo é a Cachoeira do Rio Pirapora que deu origem ao nome da cidade, mas conta também com uma grande extensão de área verde ainda preservada.


PEDREIRA

A pedreira surgiu com o alagamento de uma área de mineração de calcário.

As máquinas de extração atingiram há alguns anos um lençol freático, que foi desviado para fora do sítio através de bombas hidráulicas. Quando a mina foi desativada, a água acabou por alagar o espaço, criando dois lagos, um com 36 metros de profundidade e a principal, com profundidade girando em torno dos 75 metros.

Esta última chegou a ter 84 metros de profundidade, porém, com a abertura da passagem desta pedreira para outra ao lado, seu nível diminuiu rapidamente.

Por muitos anos, o local de fácil acesso pelas estradas rurais do município, se tornou uma opção de lazer tanto para os munícipes, como para os visitantes de outras cidades que vinham apreciar a sua beleza, saltar das suas pedras ou mesmo praticar o mergulho autônomo.

Com uma visibilidade que chegava de 6 a 12 metros, dependendo da época do ano, atraiu diversos praticantes de mergulho do país e do exterior que podiam avistar bombas hidráulicas abandonadas e veículos que foram “lançados” dentro da pedreira. Em 2020, devido à estiagem e bombeamento da água para ajudar no abastecimento de cidades da região, o nível baixou e revelou que existiam vários veículos no fundo do lago.

A pedreira está situada em propriedade particular, da empresa Votoran, e não é mais permitida a prática de mergulho e acesso de visitantes. Mesmo assim, muitos visitantes chegam até o local para apreciarem a vista, que chama muita atenção pela sua grandiosidade.


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Rio Pirapora

O rio Pirapora que cruza Salto de Pirapora e dá nome à cidade, surge no oeste e vai sentindo noroeste. Sua nascente está localizada em Piedade e seu fim ocorre na junção do mesmo com o rio Sarapuí.

Por sua importância histórica ao longo do desenvolvimento de Salto de Pirapora, por ser reconhecido pelos munícipes e por ser utilizado em algumas atividades de aventura, o Rio Pirapora é considerado um atrativo natural da cidade e tem muito a oferecer nesse sentido.





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